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Ato 1, Parte 2: Casamento

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151 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Seg Mar 14 2011, 23:24

- Por favor, descanse. - Diz Grace, levantando-se - Descansarei em meu quarto e depois trarei algo para a senhora comer.

Faz uma reverência e fecha a porta, direcionando-se ao seu quarto.

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152 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 00:30

Também não entendi Monny hahahaha

- Ethan - aliviada e preocupada ao mesmo tempo - vai ficar tudo bem! Estou aqui com você.
Jane olha agradecida para os senhores (Richard, Dereck e Evan) e a senhorita (Ariel) por serem prestativos, especialmente a última, que parecia ser médica.
- Desculpe, mas não sei seu nome, senhorita? Muito obrigada! Meu irmão vai ficar bem?!
A chegada dos policiais a irrita um pouco, ela quer seguir para o London Hospital com Ethan, não pode deixar seu irmão sozinho.

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153 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 00:38

Gente, me desculpe! Tou drogada, sei lá, viajei na maionese. Corrigindo...

Enquanto conversava com Ellie, Ariel ouviu um pedido por um médico e correu para socorrer Ethan. Chegando lá, ela avaliou seu estado e determinou que ele deveria ir a um hospital urgentemente.

Após isso, Ethan foi colocado em uma maca.

- Ele irá para o hospital agora mesmo, senhorita - O Sargento afirmou, fazendo um gesto para que Jane fosse junto ao irmão.

Logo depois, o sargento olhou para a Ariel.

- Ora, pois não a conheço? Srta. Harris?

Que vergonha de mestra. *se esconde*

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154 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 01:37

Bullet tinha se afastando quando Ariel chegara para ajudar o rapaz baleado, aproveitando para anotar suas coisas no caderninho. Também tinha pensado em falar com os pais da noiva, mas não era um bom momento, mesmo para um repórter.

Ao ver os policiais chegando, ficou irritado, dirigindo-se ao encarregado, o sargento Remington, que falava com Ariel.

- A Scotland Yard resolveu vir ao casório, afinal. Mais um pouco e chegava para o velório - disse num tom sarcástico.

Ele conhecia o oficial dos tempos de detetive, quando se esbarravam de vez em quando. Geralmente não gostava de oficiais, mas aquele havia ganhado seu respeito uma vez ou outra.

- Lamento, sargento, mas vocês já foram mais eficientes. Se quiser pegar meu depoimento, terá que lê-lo amanhã no jornal, como todo mundo. Eu também ficaria muito interessado se depois aceitasse dar uma entrevista dizendo o que estão fazendo para resolver o caso - riu, meio como deboche.

- Agora se me permite, vou levar a moça daqui. Prometi que cuidaria dela e o dia já foi muito cansativo para encarar um interrogatório do senhor.

Ele se vira para Ariel, convidando-a para levá-la para casa. De lá iria para o London Observer escrever sua matéria com os detalhes sobre o terrível casamento e as dicas que o doutor havia dado mais cedo.

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155 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 01:56

"É tudo improviiiiiso, vamo improvisar!" xP . Tb não tinha entendido ,mas bola pra frente xD

Ariel acompanha enquanto colocam Ethan na maca e depois olha para Jane
- Perdoe-me se parecer que fui rude: seu irmão perdeu muito sangue, mas ficará bem depois de receber o devido atendimento no hospital.O hospital é proximo daqui, não se preocupe. Os médicos do London Hospital são os melhores da cidade, estará em boas mãos. Entretanto, ele precisa que a senhorita esteja bem e fique junto dele . -falando em um tom tranquilo,querendo não deixar Jane nervosa demais.

Ariella olha para o Sargento

- É um prazer revê-lo, Sargento - Ariel faz um gesto educado com a cabeça. - Fico feliz em vê-lo pois terei certeza que o senhor fará o possível para solucionar este caso.

Ariel percebe quem Tracer estava nervoso com a presença do oficial- Sr. Bullet, é muito gentil de sua parte e eu adoraria voltar para casa em sua companhia, mas poderia me dar mais alguns minutos? - Ariel falava de forma sutil, mas esperava que Tracer entendesse que ela estava pensando em algo mais.

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156 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 13:16

*risos* tá tudo bem, mestra! me senti meio #foreveralone, mas tudo bem, foi engraçado ^^


A senhorita Harris saiu apressada para atender um ferido dentro da propriedade dos Dashwood, mas Ellie preferiu ficar do lado de fora. Não se sentiria bem naquele lugar, não depois do ocorrido. Pensava em ir embora para casa quando ouviu um dos oficiais dizer que ninguém poderia partir antes de responder algumas perguntas. Não teve escolha a não ser esperar, enquanto brincava com seu baralho.

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157 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 14:02

Tracer olha para Ariel sem entender, achando que ela queria sair logo dali, tanto quanto ele. Mas já que ela parecia ter algo em mente, resolveu não comentar.

- Se a senhorita quer assim, então tudo bem, mas eu tenho que ir. Tenha cuidado quando voltar, está bem?

Ele se despede da moça gentilmente, dando um olhar de desaprovação para o sargento, como se dissesse para ela ter cuidado com ele.

- Se der, mais tarde passo lá na sua casa para ter notícias suas e falar com seu pai.

Bullet então se dirigi para o jornal.

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158 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 15:25

Bom, eu vou encerrar as ações do Cross por esse ato. Ele fica conversando com o Dereck sobre o possivel paradeiro do segundo-tenente Reese, e aguarda o interrogatório da Scotland Yard.

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159 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Ter Mar 15 2011, 16:59

Jane fica imensamente aliviada por não ter que deixar Ethan sozinho. Enquanto ele é transportado na maca para o London Hospital, agradece aos que foram prestativos, principalmente a senhorita Harris.
Mas as palavras ditas pelo oficial (Richard) martelavam em sua cabeça, de repente teve a mesma sensação ruim de quando acordara sobressaltada com aquele pesadelo.

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160 Re: Ato 1, Parte 2: Casamento em Qui Mar 17 2011, 01:05

Desculpem a demora, queridos! Fechando o Ato 1!

Aquele dia finalmente chegava ao fim. Os mortos foram levados para perícia, os feridos foram levados ao hospital, e as testemunhas foram liberadas após os respectivos depoimentos.

Ethan, irmão de Jane, ficaria bem apesar da grande quantidade de sangue que perdeu. Ele ficará no hospital mais algumas semanas para se recuperar. Jane continuava perturbada por seus pensamentos, agora convencida de que seus sonhos haviam avisado sobre a tragédia. Ela se lembrava do rosto de Von Dusseldorf em seus pesadelos, e sabia de alguma forma que aquilo não era humano.

A família Dashwood estava destruída. Mr. Dashwood também ficaria algum tempo no hospital, com alguns ossos quebrados, e não falava com ninguém. Eles ficaram sobre os cuidados da própria Ariella, enfermeira do London Hospital, e ela pôde acompanhar todo o desenrolar de seus estados, ficando cada vez mais preocupada com a anormalidade do caso. Mrs. Dashwood estava em estado catatônico, murmurando as mesmas coisas de novo e de novo, e mesmo quando pôde retornar para casa após poucos dias no hospital, ela apenas vivia trancada em seu quarto e não falava com ninguém.

Sendo assim, Miranda, a segunda filha dos Dashwood, foi a única da família a comparecer no enterro de Cecilia. Ela teve de começar a tomar as rédeas da família e cuidar de seus irmãos.

Ellie era amiga da família Dashwood há muito tempo, e ficou arrasada de ver o que a tragédia conseguiu fazer. Ela agora visitava as crianças frequentemente, e se preocupava com os pequenos, que haviam testemunhado tudo.

Evan descobriu que seu meio-irmão Harry conhecia Miranda desde a infância, e que nutria sentimentos por ela desde então. Não era de se espantar que ele parecia mais rancoroso do irmão do que nunca; após o casamento, parecia que o pai dos rapazes preferia casar Evan com Miranda do que Harry. O garoto passou a visitar com mais frequência a casa dos Dashwood. O nome da família caiu em desastre após o incidente, e Lady Coralline não gostava nem um pouco que seu filho ainda frequentasse a casa.

Richard estava cada vez mais certo de possessão demoníaca. Ele não comentou isso com a Scotland Yard, mas por suas próprias fontes, descobriu que o Dr. Harris encontrou uma esquisitíssima quantidade de enxofre no sangue do assassino. Isso foi ignorado pela polícia, que classificou o caso como um acesso de loucura por parte do noivo. Enquanto isso, Reese continuava desaparecido.

Tracer havia conseguido o furo do mês. Estar presente no casamento tinha sido muita sorte, pelo menos para sua carreira; Apesar de não citar nada sobre possessão demoníaca, o termo "Epidemia de psicose" caiu na boca do povo. Não havia explicação melhor para exemplificar o tipo de violência que estava acontecendo na cidade. Graças a isso, Tracer ganhou sua própria sala na sede do London Observer.

(nerdiscreto pode escrever a matéria e postar depois, se quiser :B)

Morgan e Catherine chegaram a uma estranha trégua sobre o relaciomento dela com William. Na verdade, Morgan estava muito mais abalado do que parecia; ele sabia que Ethan, que quase morrera pelo assassino, havia sido baleado exatamente pelo seu relacionamento com Cecilia no passado. Poderia ter sido Morgan, e a cena de Cecilia sendo baleada não saía de sua cabeça. Ele nunca a amara, e seu relacionamento sempre fora puramente carnal, mas ainda assim aquilo lhe incomodava. William agora era tolerado na casa de sua amada, mas continuava sem saber como resolver o problema de seu último roubo.

No Rouge and Wine, Madame Rouge ficou encantada com seu compatriota Thomas. Ela lhe contratou para que tocasse durante as performances, e ele logo encontrou um bom par em Grace, fazendo os shows em dupla. Mary, porém, continuava sendo uma prostituta no cabaré. Ela se sentia cada vez mais incomodada por ter de fazer isso perto de Thomas, e começou a se sentir infeliz com sua vida, levemente invejosa de Grace.

Eleonor voltou para sua propriedade em Beveldere, porém agora sabia que tinha amigos em Londres a quem recorrer. Ela foi convidada a aparecer no Rouge and Wine novamente, quando o tempo permitisse.

Será que Richard está certo? Os demônios realmente espreitam as vielas escuras de Londres, ou as pessoas estão simplesmente ficando loucas? Quem será a próxima vítima? Vejam no próximo capítulo de Névoa Londrina!

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